Nos governos Temer e, principalmente, Bolsonaro, o garimpo invadiu o território do povo Yanomami. O resultado comum e geral de todo garimpo (mesmo que fosse legal) é a destruição radical do ambiente, arrasando a floresta e contaminando gravemente o solo e as águas, pelo uso de mercúrio.
Em 2022, ao final do governo de Jair Bolsonaro (pai, mentor, cúmplice e padrinho político de Flávio Bolsonaro) o número de garimpeiros invadindo o território dos cerca de 28 mil yanomamis, chegava a 20 mil homens. Além da destruição do ambiente, o garimpo levou a fome à população indígena (seja pela destruição de fontes de recurso, como os rios até então piscosos, seja pelo roubo das roças indígenas), desnutrição, doenças graves e exploração sexual de mulheres e menores.
Um dos grandes “legados” do governo Bolsonaro, além da facilitação de armas para milicianos e todo o crime organizado, foi colocar o povo Yanomami em rota de extermínio. Um povo que há mais de 1 mil anos ocupa uma vasta região amazônica, na qual sempre soube aproveitar a imensidade de recursos disponíveis, viver com saúde invejável, preservar e contribuir para a diversificação da floresta.
Amazônia: entre o narcotráfico e os crimes ambientais). Os Bolsonaros e seus aliados (ver Ricardo Salles) deram seu respaldo total a essa atuação, deixando a Amazônia entregue ao crime organizado.
Um segundo governo Bolsonaro (que é isso que Flávio representa) seria a decretação do genocídio total do povo Yanomami, e ainda outros povos amazônicos. Acesse o vídeo no link em azul, abaixo, e saiba mais.
VOTE CONTRA FLÁVIO BOLSONARO EM 25 DE OUTUBRO!

Nenhum comentário ainda